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12 de junho é a data mais romântica do ano. Quando o Dia dos Namorados cai em uma sexta-feira, como em 2026, é a oportunidade perfeita para os casais dedicarem tempo de qualidade ao relacionamento, sem nem precisarem se lembrar do quanto a economia girou para que desfrutassem de momentos especiais entre eles. A “cadeia produtiva do amor” entrega produtos e serviços aos apaixonados enquanto gera e mantém vagas de empregos.
Para ilustrar: os namorados hipotéticos João e Carolina são mineiros e vão passar pela primeira vez a data juntos. João já se programou para acordar mais cedo e correr à floricultura para surpreender a amada com um belo buquê. O cliente nem imagina, mas as flores preparadas pela atendente Adélia cresceram tendo como “fertilizante” o crédito do Banco do Nordeste (BNB): a instituição destinou R$ 800 mil em 2025 no estado para floriculturas, comércio e cultivo de plantas e flores naturais e ornamentais.
Neste passeio imaginário, João visita uma joalheira, quer presentar Carol com um colar. A gerente da loja, Conceição, apresenta as novidades. O brilho das pedras reflete o apoio financeiro do BNB ao setor: só em Minas no ano passado foram destinados mais de R$ 2,2 milhões a atividades como comércio e fabricação de joias, relógios, bijuterias, pedras preciosas e semipreciosas.
O exemplo segue com Carolina responsável por escolher o local para o jantar do casal. A reserva foi feita no restaurante do melhor hotel na cidade, recém-reformado. O menu do chef Carlos é uma atração à parte. É nesse recorte de restaurantes, bares, hotéis e pousadas que se encontra o sabor do maior volume de crédito do Banco do Nordeste para a “cadeia do amor” em Minas Gerais em 2025: R$ 37,3 milhões.
Os fictícios Adélia, atendente da floricultura, Conceição, gerente da joalheria, e Carlos, chefe de cozinha, têm em comum mais do que participarem indiretamente do Dia dos Namorados do casal protagonista. Seus postos de trabalho foram impactados diretamente pelos financiamentos do Banco do Nordeste.
Somados os investimentos alocados nos setores de flores, joias e restaurantes, os recursos da instituição ajudaram com 363 empregos gerados ou mantidos em Minas Gerais no último ano, segundo dados do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), área de pesquisas do BNB.
Satisfeitos, Carolina e João escolhem assistir a um filme produzido localmente. Também houve apoio do Banco do Nordeste para o audiovisual mineiro no ano passado: R$ 19,5 mil contratados para pós-produção de vídeo. Nessas quatro atividades citadas, a instituição injetou R$ 40,2 milhões em Minas Gerais.
O casal não vai encerrar a noite sem antes brindar ao amor (e, sem saber, à economia). Ainda não há contratos de crédito para produção de vinho em Minas, mas João importou uma garrafa do Nordeste. O BNB apoiou a atividade com R$ 10,1 milhões em 2025, em vinícolas do Ceará, Bahia, Paraíba e Pernambuco.
Área de atuação
Em toda a área de atuação do Banco do Nordeste, que inclui os nove estados nordestinos e partes de Minas Gerais e do Espírito Santo, os segmentos que compõem a “cadeia produtiva do amor” buscou R$ 710 milhões. Esse montante foi responsável por gerar ou manter 6 mil empregos, de acordo com o Etene.
Segundo o economista-chefe do BNB, Rogerio Sobreira, os itens indicados no levantamento representam um recorte de setores presentes no cotidiano das pessoas. “Essas atividades econômicas ajudam a ilustrar como o crédito impulsiona o setor produtivo. Sempre que um financiamento acontece, diferentes profissionais e empresas são acionados ao longo do processo. Assim, até em momentos simples do cotidiano — como um passeio em casal no Dia dos Namorados —, estamos usufruindo de bens e serviços e, assim, contribuindo para movimentar a economia”, afirma.
Impactos diretos e indiretos
O superintendente estadual do BNB em Minas Gerais, Wesley Maciel, destaca que oferecer recursos financeiros com taxas e prazos justos impacta toda a sociedade, não apenas quem é atendido pela instituição. “Neste exercício imaginativo, fica claro que, quando adquirimos um produto ou contratamos um serviço na nossa rotina, muitas vezes não imaginamos que há recursos do Banco do Nordeste naquela cadeia e que os postos de trabalho de quem nos recepciona são gerados ou mantidos a partir desse crédito. Feliz Dia dos Namorados a todos os casais e ótimos negócios aos nossos clientes!”, deseja.
Todos os personagens e situações criados são fictícios. Os nomes homenageiam os mestres da literatura mineira e nacional: João Guimarães Rosa, Carolina Maria de Jesus, Adélia Prado, Conceição Evaristo e Carlos Drummond de Andrade. Os volumes financeiros citados, quantidade de empregos mantidos e gerados e a atuação do Banco do Nordeste em prol do desenvolvimento regional, esses sim são reais.