Polícia Civil conclui inquérito sobre roubo a loja de perfumes importados em Montes Claros

Foto: Divulgação/ polícia civil

Homem de 37 anos é indiciado; imagens de videomonitoramento e denúncia anônima contribuíram para a identificação do suspeito

 

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu o inquérito que investigou um roubo ocorrido no dia 29 de setembro do ano passado em uma loja de perfumes importados, em Montes Claros, no Norte de Minas. Um homem de 37 anos foi indiciado pelo crime.

De acordo com as investigações, o suspeito teria entrado no estabelecimento armado, possivelmente com um revólver, e, mediante grave ameaça, ordenado que as vítimas se dirigissem aos fundos da loja. Na ação, foram levados um kit com três perfumes, dois perfumes avulsos, uma gargantilha dourada, um smartwatch e R$ 117 em dinheiro. Toda a movimentação foi registrada pelo sistema de videomonitoramento do local.

As apurações avançaram após a divulgação das imagens, quando uma denúncia anônima apontou o possível autor. A equipe da PCMG identificou que uma motocicleta com características semelhantes à utilizada no crime apresentou movimentações suspeitas dias após o roubo, incluindo o registro de venda em nome de um terceiro. Um dos envolvidos admitiu ter emprestado o nome para a negociação mediante pagamento.

Imagens obtidas no local de trabalho do investigado mostraram que ele utilizava uma motocicleta compatível com a descrita nas filmagens, em datas próximas ao crime, além de portar bolsa semelhante à registrada no dia da ação. A investigação também constatou uma tentativa de desvinculação formal do veículo após o roubo.

Embora o investigado tenha alegado que estaria trabalhando no horário do crime, a Polícia Civil apontou inconsistências na versão apresentada.

Segundo a delegada Monique Bicalho, responsável pelo caso, o conjunto probatório foi suficiente para o indiciamento. “A investigação reuniu imagens, depoimentos e elementos técnicos que demonstram fortes indícios de autoria”, destacou.

O inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário para as providências cabíveis.

About The Author