Resenha do álbum ‘Midnight Sun’ da Zara Larsson

imagem: divulgação

O álbum Midnight Sun de Zara Larsson está entre nós, e ele marca a fase vibrante e coesa da artista, com forte influência do pop dos anos 2000 e até pitadas de funk brasileiro. Vamos de track by track porque a resenha tá recheadinha::

 

  1. Midnight Sun: Zara abre seu álbum com a música título, que a garante grande visibilidade no mainstream. Inspirada nos verões suecos, onde o sol quase não se põe, Midnight Sun usa essa imagem como metáfora para um amor eterno e vibrante. Destaque para o refrão: “A never-ending midnight sun”, que transmite a sensação de felicidade infinita.
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2. Blue Moon: Essa  é uma faixa romântica e sonhadora que celebra o amor jovem e puro — aquele que acontece “uma vez em uma lua azul”. Com produção suave e atmosférica, a música mistura sintetizadores etéreos com vocais delicados, criando uma sensação de intimidade sob o céu estrelado.

  1. Pretty Ugly: Eis aqui a música que abriu a era ‘Midnight Sun’ e a preferida de quem vos fala aqui! Ela mistura ironia e vulnerabilidade. Zara canta sobre inseguranças e beleza com uma pegada eletrônica e letras bem afiadas/debochadas. É uma crítica sutil aos padrões estéticos, mas com ritmo contagiante e bem sexy!
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4. Girl’s Girl: Esse é um hino pop empoderado que celebra a solidariedade feminina com estilo e atitude. Com batidas pulsantes e produção bem enraizada no pop dos anos 2000, a faixa transmite uma mensagem clara: mulheres devem apoiar umas às outras e não competir.

 “I’m a girl’s girl, I don’t play dirty”.

  1. Crush: Um pop energético, bem vibes verão anos 2000, com batidas dançantes e refrão chiclete, conta com produção moderna e vocais cheios de atitude. A música fala sobre a intensidade de uma paixão adolescente. Sério, vi muito a Zara do velho testamento aqui.
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6. Eurosummer: Com pegada bem “Chorando se Foi”, essa música é um verdadeiro escapismo pop — vibrante, ensolarado e cheio de atitude. A faixa captura o espírito dos verões europeus com imagens de praias, festas e liberdade, embaladas por uma produção eletrônica pulsante com influência do eurodance e da lambada brasileiro.

  1. Hot & Sexy: Com uma produção vibrante e cheia de atitude, a faixa passeia entre batidas eletrônicas, vogue e até funk brasileiro, e tudo isso envolto a uma estética ousada e divertida. Zara traz letras que celebram autoestima, sensualidade e poder feminino — sem pedir desculpas por isso:

“I know I’m hot and sexy, don’t need you to tell me”

8. The Ambition: Aqui ela entregou Furacao2000, Claudinho e Bochecha… E não tem como não comparar essa música com “Eu Vou Ficar” da Anitta do velho testamento. Essa música foi o grande acerto da Zara! Essa é uma faixa poderosa que mergulha na mentalidade determinada de quem sabe exatamente o que quer — e não tem medo de ir atrás.

  1. Saturn’s Return: A única balada do álbum. Mais introspectiva, aborda mudanças pessoais e amadurecimento. A produção é minimalista, com instrumentos de cordas, sintetizador leve e vocais suaves, revelando o lado mais emocional da artista.

10.Puss Puss: Essa é uma faixa provocativa e cheia de personalidade, que mistura sensualidade com humor afiado. Com produção vibrante e batidas marcantes, a música brinca com duplos sentidos e empoderamento feminino, sem perder o tom divertido. Ótima escolha para finalizar o álbum De forma bem irreverente, não acham?

Finalizo essa resenha com saldo positivíssimo! A era Midnight Summer está nos propondo uma visão totalmente diferente da Zara, e vou ser sincero com vocês que eu estava com medo de não gostar do álbum, já que não havia gostado da música Midnight Sun de primeira. Com toda a certeza esse álbum merece mais e mais streams e que mais pessoas conheçam essa artista completa chamada Zara Larsson.

 

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