Foto: Cristiano Machado/Imprensa MG
Processo de reconhecimento
A entrega do título na tarde desta terça-feira é o resultado de um trabalho que começou em setembro de 2022, quando a candidatura foi lançada durante o 4º Festival do Queijo Artesanal Mineiro.
A partir dali, o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) e do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), tem promovido, no Brasil e no exterior, o QMA em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Ministério da Cultura (MinC), associações de produtores e entidades como o Sebrae Minas e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG).
Em 4/12/2024, durante a 19ª sessão do Comitê Intergovernamental para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial realizada em Assunção, no Paraguai, a Unesco anunciou a decisão de tornar o produto mineiro Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.
“Esse reconhecimento, sem dúvida, coroa um trabalho que é feito desde 2022 dentro do sistema de agricultura do Estado em apoio ao produtor em relação à segurança alimentar, à pesquisa agropecuária e à assistência técnica do campo”, lembrou o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Thales Fernandes.