joy resenha

 

Depois de muita espera, finalmente Joy do Red velvet, faz seu debut como solista, dessa vez um lançamento com músicas inéditas, que estão a cara dela, trazendo muita alegria e simpatia. Mas não havia como esperar outra coisa da Joy, desde Hello ela nos encanta com baladinhas e músicas que elevam nosso astral nos dias que precisamos. Love Splash não é uma música de se ouvir apenas uma vez, é preciso que sejamos pacientes para que ela nos toque da devida forma, a ponte dá um destaque muito bonito e emocionante, sentimos uma virada de emoção na música, como se fosse um lamento dela acabar. A vibe de verão refrescante está em tudo, principalmente as fotos com aquele sol de 42 graus estralando, que inclusive ficaram lindas. O amor de verão retratado no clipe também mostra uma nova Joy, aquela que já está mais velha e que sabe que relacionamentos tem altos e baixos, já que no clipe mostra que eles discutem, mas se entendem, que ele se dá bem com as amigas dela e que não é aquela sua amiga que começa a namorar e some kkkk. 

A música no começo tem muita quebra de ritmo, o que me fez demorar a sentir a vibe, mas agora o começo dessa música é o que mais me encanta. Sem contar que o refrão é logo uma explosão de alegria e entusiasmo, me dá o sentimento de tomar um suco de laranja gelado em um dia muito quente. 

Lá vie en blue é uma maravilhosidade sonora, minha favorita do álbum, por mais que tenha aquela estrutura de música pop que já ouvimos mil vezes, a voz singular da Joy torna a faixa especial e inesquecível, qualquer cantora de timbre comum, não conseguiria temperar essa música com tanta facilidade, como ela, também passa a vibe de verão, mas um verão com um pé no Brasil, tocando caipirinha, com um fundo bossa nova, vai ser bom demais ver ela fazendo biquinho para pronunciar as palavras em francês. Get Up And Dance me mostrou um lado da Joy que não conhecia, foi interesse vê-la cantando outro tipo de música, tem um instrumental mais carregado, que fez um contraste com a voz divertida dela, definitivamente é o tipo de álbum que mantém a energia lá em cima. Unwritten Page segue como uma balada com foco de voz e piano, um poucos instrumentos de fundo, é uma canção muito bonita, e poderia facilmente ser alguma OST de dorama. Uma das coisas que me surpreendeu é que as músicas estão diferentes entre si, não parecem fórmulas de composição repetidas no álbum, existiu um trabalho de tempo para ser lançado e pensado, ele explora o amor, mas em sonoridades inesperadas. Scent Of Green tem até uma pegada disco, o que eu não estava esperando da joy, e quase saiu um rap na ponte dessa música, o que também me deixou muito contente e surpresa com a capacidade dela de se adaptar aos ritmos do álbum. E nossa experiencia de amor e alegria, fecha com a linda Cuddle, que também é voz e piano, bem intimista, começando como uma despedida, mas depois aumenta a nota, como quem mostra que uma despedida não é o final, é apenas até mais tarde, fica claro que uma artista como ela, ama o que faz e principalmente como existe algo dela que conseguimos conectar desde os teasers, mas principalmente na carga emocional que existe em cada nota cantada, um album que vale muito a pena ouvir.

Foto: Divulgação.

 

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