Foto: Divulgação
As inscrições são gratuitas e estarão abertas de 17 de julho a 11 de agosto de 2025 por meio de formulário eletrônico. Podem se inscrever pessoas que já tenham concluído o ensino médio. A seleção será feita por análise curricular, com base no histórico escolar dos dois primeiros anos do ensino médio.
O curso será ofertado em Educação a Distância (EAD), com atividades síncronas e assíncronas, além de encontros presenciais obrigatórios, que representam pelo menos 20% da carga horária total. As aulas presenciais poderão ocorrer inclusive aos sábados, de acordo com o calendário acadêmico.
Sistema de cotas e ações afirmativas
O Edital nº 183/2025 reserva vagas para candidatos que se enquadram nas políticas de ações afirmativas, conforme a legislação vigente. Há vagas destinadas a:
- pessoas autodeclaradas pretas, pardas, indígenas e quilombolas;
- pessoas com deficiência;
- egressos de escolas públicas;
- egressos de Escolas Família Agrícola (EFAs);
- candidatos residentes nos municípios-polo (Diamantina e Itamarandiba).
Esses candidatos devem apresentar documentação comprobatória no momento da matrícula, conforme os critérios de cada grupo.
Cronograma resumido
- Inscrições: 17/07 a 11/08/2025
- Divulgação da lista preliminar: 14/08/2025
- Resultado final: 25/08/2025
- Editais de matrícula e heteroidentificação: 25/08/
2025
Clique aqui para acessar todas as etapas, comunicados e resultados.
Técnico em Geoprocessamento: saiba o que o curso oferece
O curso técnico em Geoprocessamento capacita profissionais para lidar com tecnologias que analisam e representam o espaço geográfico por meio de dados georreferenciados. Ao longo da formação, o estudante aprende conteúdos como cartografia, topografia, sensoriamento remoto, sistemas de informações geográficas (SIG), banco de dados espaciais e uso de softwares como QGIS e ArcGIS. Também há noções de programação, especialmente voltadas à automação de análises geoespaciais.
Esse profissional pode atuar em diversas áreas, como planejamento urbano e ambiental, agricultura de precisão, gestão de recursos naturais e infraestrutura. O curso também aborda ética e legislação sobre o uso de dados territoriais. O técnico em Geoprocessamento é requisitado por instituições públicas e privadas, incluindo prefeituras, órgãos ambientais, empresas de engenharia e consultorias especializadas.