Asmego se reúne com bancada federal goiana e pede prudência em debate da reforma Administrativa

A Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (Asmego), tem se reunido com a bancada federal goiana para pedir prudência na discussão da Reforma Administrativa na Câmara. Até o momento, 11 deputados estiveram em conversa com a presidente da Associação, Patrícia Carrijo e o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), Carlos França. Mais dois parlamentares são aguardados na terça-feira, 29.

Entre os nomes que já estiveram no encontro está o do deputado Vitor Hugo (PSL), José Mário Schreiner (DEM), Zacharias Calil (DEM), Delegado Waldir (PSL), Lucas Vergílio (SD), Célio Silveira (PSDB) e Flávia Morais (PDT), Francisco Júnior (PSD), Adriano do Baldy (PP), Rubens Otoni (PT) e José Nelto (Podemos).

“Nós estamos falando com os deputados em relação a reforma Administrativa que está em discussão e em debate no Congresso. A Asmego entende e espera que tenha um estudo sério e um debate que realmente contribua para a retomada do nosso desenvolvimento, mas a fim de assegurar a manutenção da economia e de todas as medidas necessárias para o crescimento do nosso país. Isso tem que acontecer sem enfraquecer o serviço público, o poder judiciário. Na forma que está sendo proposto a gente está pedindo para os deputados prudência para evitar qualquer tipo de radicalismo”, afirma Patrícia Carrijo ao Jornal Opção.

De acordo com a presidente, a Asmego é contrária a reforma. “A gente é contra nesse momento e temos conversado com os deputados, porque, há uma tentativa de incluir os magistrados e promotores na reforma administrativa”, disse completando que os parlamentares demonstraram que estão com o diálogo aberto. “As reuniões foram positivas”.

O deputado delegado Waldir (PSL), disse que a reunião foi a cerca de algumas emendas da reforma. “Eu diria que a reforma está caminhando, mas no meio dessa tempestade da CPI da Covid e outros assuntos que estão criando uma tsunami no governo federal, acredito que ela tenha grande dificuldade para tramitar. Mesmo essas emendas que a magistratura pediu para que eu não apoiasse, ela não tem assinaturas necessárias para tramitar ainda e o prazo está se esgotando”, salienta.

“É um assunto polêmico e como eu disse nessa reunião o PSL não teve uma manifestação oficial sobre esse assunto. A coleta de assinaturas é algo muito comum na Câmara e eu soube que alguns deputados em diálogo teriam se comprometido a tirar suas assinaturas, mas infelizmente eu não posso fazer isso. Eu já havia colocado a assinatura nessas emendas e pela minha postura de dar a palavra para o lado que eu esteja, então, eu não poderia retirar a assinatura”, explica o parlamentar.

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